Como criar uma Carteira de Investimentos em 2018 [Guia DEFINITIVO]

 

Montar uma boa carteira de investimentos para 2018 não consiste somente em comprar vários títulos diferentes e esperar que deem um bom retorno. Existem fatores que devem ser considerados antes mesmo de escolher onde aplicar seu dinheiro. Para criar uma carteira que alcance suas expectativas e deem bons retornos, primeiro deve-se analisar o período de investimento e que tipo de investidor você é.

 

Perfil de Investidor

 

Os perfis de investidores estão divididos em três categorias, sendo: conservador, moderado e dinâmico ou arrojado.

O principal parâmetro para determinar a categoria em que o investidor se encontra é a tolerância ao risco. Mas também há outros como idade, renda, condição financeira, prazo de investimento, objetivos futuros, entre outros.

 

Tipos de Perfis

 

Conservador: É o tipo de investidor que não assume riscos, mesmo obtendo uma remuneração abaixo da média. O objetivo principal desse tipo de investidor e preservar os seus recursos financeiros. Geralmente optam por títulos de renda fixa com alta previsibilidade e alta liquidez.

Moderado: O investidor moderado está disposto a assumir alguns riscos a fim de obter uma rentabilidade acima da média. Este tipo de investidor possui uma carteira de investimentos mais diversificada, mesmo que tenha grande parte em aplicações de renda fixa o foco principal é a obtenção de rendimentos pela renda variável.

Dinâmico: É o investidor que está disposto a assumir riscos para obter a maior rentabilidade possível. A maior parte da carteira de investimentos consiste em renda variável.

Este tipo de investidor tem bom conhecimento de mercado e compreende que a médio e longo prazo, as oscilações da renda variável são menores.

 

Agora que você já sabe em qual tipo de investidor se encaixa melhor no seu perfil, vamos para as próximas considerações.

 

Período de Investimento X Ciclo Financeiro

 

 

O período de investimento é determinado pelo objetivo de sua aplicação, seja para comprar um carro ou casa ou até mesmo aposentadoria. O seu objetivo que determinará o período em que seu dinheiro será investido.

Por conta disso podemos separar três situações que são mais comuns para investidores, são estas:

Investidores mais jovens (cerca de 18 a 25 anos) que ainda não possuem muito patrimônio, normalmente fazem aplicações com o objetivo de comprar um veículo ou um imóvel em um futuro de médio a longo prazo. Este perfil de investidor possui bastante tempo para aplicar, podendo até assumir riscos, vendo que há uma margem para altas e baixas.

Investidores mais adultos (cerca de 35 a 45 anos) não possuem a mesma margem de erro que os investidores jovens, visto que muitos possuem famílias para sustentar. Nessa fase muitos investidores já estão com uma boa quantidade de bens, geralmente estes investidores investem a curto e médio prazo para viver uma aposentadoria tranquila ou para aproveitar os bons momentos com a família.

Investidores com a idade mais avançada (cerca de 50 a 60 anos) já possuem um bom montante de recursos financeiros e patrimônio. Normalmente fazem aplicações mais seguras de curto prazo, seja para fazer alguma viajem ou adquirir algum item em específico.

 

Agora que você já definiu por quanto tempo seus recursos ficarão investido, vamos para as possibilidades de aplicações:

 

Tipos de Carteiras de Investimentos

 

Para investidores mais conservadores, é recomendado uma carteira com a maior parte investida em renda fixa, tanto em títulos pós-fixados como em prefixados. Por segurança, é importante manter pelo menos 20% do capital investido em títulos de alta liquidez, como Tesouro Selic e até mesmo poupança, que não é uma má aplicação nesse caso. O investidor pode alocar um pequeno percentual em renda variável como ETFs e Fundos Multimercados.

Para os investimentos em renda fixa são recomendados títulos prefixados e pós-fixados, como o Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs, fundos de investimentos e até mesmo debêntures. Investimentos para longo prazo, atrelados ao IPCA, também são bem-vindos para este perfil.

 

 

Para investidores moderados, já é possível diversificar um pouco mais a carteira em renda variável. Nesta carteira, ainda terá uma parcela significante em Renda Fixa, porém será mais focado na renda variável. O investidor pode diversificar as maiores parcelas em ETFs e Fundos Multimercado, visto que dentre os investimentos em renda fixa, estes são mais concisos e não sofrem oscilações alarmantes como ações individuais.

Além dos investimentos em renda fixa citados acima, o investidor também pode aplicar em ETFs, Fundos Multimercado nível 2, ações e fundo cambial.

 

 

Para investidores dinâmicos/arrojados, que possuem a maior parte de sua carteira focado em renda variável, é possível se aventurar um pouco mais no mercado de ações e de fundos multimercado. Este investidor precisa de muito conhecimento em renda variável, pois, ao contrário dos outros tipos, este estará sujeito a maiores riscos, porém os retornos tendem a ser maiores.

Portanto, o investidor dinâmico poderá focar suas aplicações em ações, fundos multimercado, ETFs, fundo cambial, etc.

 

 

Ao montar sua carteira de investimentos, quanto maior for seu conhecimento a respeito do assunto maiores serão os seus lucros. Portanto, caso ainda não conheça algumas das aplicações citadas acimas sinta-se à vontade para procurar em nosso site ou fazer um comentário.

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